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	<title>Comentários sobre: a dura poesia concreta numa esquina de vitória</title>
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	<description>em torno do pensamento gráfico</description>
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		<title>Por: Rogerio Camara</title>
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		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 17:37:16 +0000</pubDate>
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		<description>Sim Adriana, na verdade a esquina é polissêmica, assim como a poesia concreta também o é. “A dura poesia concreta” é uma referência, obviamente, à musica “Sampa” de Caetano que fala de quem vem da organicidade de uma cidade do interior da Bahia e aporta numa cidade moderna e em construção como São Paulo dos 60’s.   A poesia concreta vem de uma discussão pautada pela gestalt e, conseqüentemente, da organização funcional do espaço, seja da página seja da arquitetura. A foto confronta, ironicamente, algo que não é exatamente poesia concreta (o letreiro) e uma movimentação humana indesejada à cidade moderna.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Adriana, na verdade a esquina é polissêmica, assim como a poesia concreta também o é. “A dura poesia concreta” é uma referência, obviamente, à musica “Sampa” de Caetano que fala de quem vem da organicidade de uma cidade do interior da Bahia e aporta numa cidade moderna e em construção como São Paulo dos 60’s.   A poesia concreta vem de uma discussão pautada pela gestalt e, conseqüentemente, da organização funcional do espaço, seja da página seja da arquitetura. A foto confronta, ironicamente, algo que não é exatamente poesia concreta (o letreiro) e uma movimentação humana indesejada à cidade moderna.</p>
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		<title>Por: Adriana</title>
		<link>http://blog.sosreversos.com/2008/03/poesia-concreta/a-dura-poesia-concreta-numa-esquina-de-vitoria/comment-page-1/#comment-33</link>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 21:04:41 +0000</pubDate>
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		<description>Por que a &quot;dura poesia concreta&quot; se ela é totalmente polissemica?</description>
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