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	<title>sosreversos &#187; design gráfico</title>
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	<description>em torno do pensamento gráfico</description>
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		<title>Wlademir Dias-Pino: enciclopédia visual</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 19:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[poesia concreta]]></category>
		<category><![CDATA[poesia visual]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana retrasada lançamos o site Enciclopédia Visual dedicado à obra de Wlademir Dias-Pino, e neste espaço se encontra a sua produção em poesia, design, ilustrações e textos teóricos escritos por ele e por críticos de sua obra. Assim como o site Poema Processo a realização é do grupo PLACE coordenado por Rogério Camara. O trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana retrasada lançamos o site<a title="Enciclopedia Visual" href="http://www.enciclopediavisual.com" target="_blank"> Enciclopédia Visual</a> dedicado à obra de Wlademir Dias-Pino, e neste espaço se encontra a sua produção em poesia, design, ilustrações e textos teóricos escritos por ele e por críticos de sua obra.<br />
Assim como o site <a title="Poema Processo" href="http://www.poemaprocesso.com" target="_blank">Poema Processo</a> a realização é do grupo PLACE coordenado por Rogério Camara. O trabalho obteve apoio do CNPq e contou com a participação de Hugo Cristo, Priscilla Martins, Lívia Rimolo e Ivan Cosenza.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desayne</title>
		<link>http://blog.sosreversos.com/2008/06/vernacular/desayne/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 22:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letreiros]]></category>
		<category><![CDATA[Vernacular]]></category>
		<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Rogério Camara, São Luís, MA, 2001 Costumam chamar isto de &#8220;Design Vernacular&#8221;. Apelando para o Aurélio: “Vernáculo: (&#8230;) Adj. 1. Próprio da região em que está: nacional: (&#8230;) 2. Fig. Diz-se da linguagem genuína, correta, pura, isenta de estrangeirismos; castiço.” Faz sentido!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://bp3.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/SGgUXXRUIHI/AAAAAAAAAGk/Zxu3JJKMLrc/s1600-h/desayne.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217442559924904050" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/SGgUXXRUIHI/AAAAAAAAAGk/Zxu3JJKMLrc/s400/desayne.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size:78%;">Rogério Camara, São Luís, MA, 2001</span></div>
<p>Costumam chamar isto de &#8220;Design Vernacular&#8221;.<br />
Apelando para o Aurélio:<br />
“Vernáculo: (&#8230;) Adj. 1. Próprio da região em que está: nacional: (&#8230;) 2. Fig. Diz-se da linguagem genuína, correta, pura, isenta de estrangeirismos; castiço.”</p>
<p>Faz sentido!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E logo a Vale!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 21:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[identidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora já amplamente discutida a questão da nova marca da Vale gostaria de tecer algumas observações a respeito. Muito se falou sobre a grande semelhança gráfica entre os símbolos da Viteli (uma fábrica de calçados do interior de São Paulo) e da Vale (uma gigantesca empresa de mineração). Notou-se também a coincidência ente as cores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/R5e1dbO3uSI/AAAAAAAAAEE/6aBCQF6v_dY/s1600-h/vale-compar.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158791415307155746" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/R5e1dbO3uSI/AAAAAAAAAEE/6aBCQF6v_dY/s400/vale-compar.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Embora já amplamente discutida a questão da nova marca da <span style="font-weight: bold;">Vale</span> gostaria de tecer algumas observações a respeito. Muito se falou sobre a grande semelhança gráfica entre os símbolos da <span style="font-weight: bold;">Viteli</span> (uma fábrica de calçados do interior de São Paulo) e da <span style="font-weight: bold;">Vale</span> (uma gigantesca empresa de mineração). Notou-se também a coincidência ente as cores do <span style="font-weight: bold;">Banco Real</span> e da nova marca da <span style="font-weight: bold;">Vale</span>, projetos estes, aliás, desenvolvidos pelo mesmo escritório. Plágio? Agentes da <span style="font-weight: bold;">Viteli</span> ameaçam processar a <span style="font-weight: bold;">Vale</span> alegando justamente isso. Intenção que, penso eu, eles não levarão adiante. Apenas aproveitam a grande oportunidade de se veicularem na mídia, fato que até então estava fora do alcance da marca. Com isso, temos a oportunidade de assistir defesas constrangidas dos representantes da <span style="font-weight: bold;">Vale</span> e, nos divertir com elas.</p>
<p class="MsoNormal">Mas não se trata de plágio, acredito que os idealizadores da identidade visual da <span style="font-weight: bold;">Vale</span> nem conhecessem a marca da <span style="font-weight: bold;">Viteli</span> e nem mesmo estão obrigados a isso. O problema é outro.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje a concepção do símbolo de uma empresa não procura necessariamente relacionar-se ao objeto ou ao seu produto. Não se trata mais de dizer o produto, mas fazer o símbolo fluir no universo do consumidor. Para tanto, define-se a marca a partir de um discurso que deve ganhar poder de convencimento através da mídia. Até ai tudo bem! O problema é que não se particulariza os discursos. Eles não são nem mesmo problematizados, adota-se o que já está pautado pela própria mídia. Ela já nos diz como pensar ou o que dizer. Vide os manuais de procedimentos e/ou auto-ajuda que assolam as livrarias. A pretexto de auxilio à vida tudo é sintetizado a dez mandamentos e a sete pecados. E, proceda!</p>
<p class="MsoNormal">Voltemos ao caso da <span style="font-weight: bold;">Vale</span>. O caráter gráfico de sua antiga marca respondia ao que ela produzia e vendia. Houve um tempo em que empresas como a <span style="font-weight: bold;">Vale</span> orgulhavam-se de sua atividade e seu porte. Indústrias eram elementos centrais nas cidades e, se fosse possível, postavam-se ao lado da catedral. Hoje as cidades fundam-se nos serviços. Deste modo as indústrias devem desaparecer dos grandes centros e fazer-se aparecer pelos serviços que presta a comunidade através de ações tidas como “politicamente corretas”. O que, pelo discurso em pauta, implica no caráter ecológico e na tutela da cultura. Daí então o novo símbolo da mineradora: a redução do nome pela inicial contendo o verde vale. A mineradora representa em seu símbolo aquilo que ela devora, caso irônico de forma-conteúdo.</p>
<p class="MsoNormal">A marca, pelos novos preceitos, não deve revelar a atividade produtiva das empresas, sua real ação sobre o mundo. A função das imagens produzidas hoje é velar o acesso direto ao mundo e nos induzir, sem crítica, a consumir um discurso publicitário. Na verdade não se opera por imagens, elas até nos faltam, mas por clichês. O indubitável discurso é que faz com que uma mineradora tenha a mesma face gráfica de uma fábrica de sapatos e as cores de um banco. Vale rever!</p>
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