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	<title>sosreversos &#187; poesia concreta</title>
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	<description>em torno do pensamento gráfico</description>
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		<title>Wlademir Dias-Pino: enciclopédia visual</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 19:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[poesia concreta]]></category>
		<category><![CDATA[poesia visual]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana retrasada lançamos o site Enciclopédia Visual dedicado à obra de Wlademir Dias-Pino, e neste espaço se encontra a sua produção em poesia, design, ilustrações e textos teóricos escritos por ele e por críticos de sua obra. Assim como o site Poema Processo a realização é do grupo PLACE coordenado por Rogério Camara. O trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana retrasada lançamos o site<a title="Enciclopedia Visual" href="http://www.enciclopediavisual.com" target="_blank"> Enciclopédia Visual</a> dedicado à obra de Wlademir Dias-Pino, e neste espaço se encontra a sua produção em poesia, design, ilustrações e textos teóricos escritos por ele e por críticos de sua obra.<br />
Assim como o site <a title="Poema Processo" href="http://www.poemaprocesso.com" target="_blank">Poema Processo</a> a realização é do grupo PLACE coordenado por Rogério Camara. O trabalho obteve apoio do CNPq e contou com a participação de Hugo Cristo, Priscilla Martins, Lívia Rimolo e Ivan Cosenza.</p>
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		<title>Laerte II</title>
		<link>http://blog.sosreversos.com/2008/04/quadrinhos/laerte-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 17:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia concreta]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Laerte_FSP 199?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://bp1.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/SBinoXgWVEI/AAAAAAAAAGU/yFboCfLCAds/s1600-h/laertepoemaconcreto.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195086482118169666" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/SBinoXgWVEI/AAAAAAAAAGU/yFboCfLCAds/s400/laertepoemaconcreto.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size:78%;">Laerte_FSP 199?</span></div>
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		<title>a dura poesia concreta numa esquina de vitória</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 15:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[poesia concreta]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[escrita urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Giacomin, Rogério Camara, Vitória, ES, 2003 Emoldurada do céu que tende à grandeza do infinito e encarcerada entre postes, fios, gatos, alhos e bugalhos. Do ambulante que faz das laterais dessa parede sua vitrine. O vão evidente e o concreto aparente emprestando a forma mutável da reformável legis de uma inscrição urbana. O que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/R9qV4kBEeqI/AAAAAAAAAGE/_XrKlv4XZEc/s1600-h/giacomin.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177615520589183650" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_SxM_jfbMgWY/R9qV4kBEeqI/AAAAAAAAAGE/_XrKlv4XZEc/s400/giacomin.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p class="texto" style="text-align: center;"><span><span style="font-size:78%;"><em>Giacomin</em>, Rogério Camara, Vitória, ES, 2003</span><br />
</span></p>
<p class="texto"><span>Emoldurada do céu que tende à grandeza do infinito e encarcerada entre postes, fios, gatos, alhos e bugalhos. Do ambulante que faz das laterais dessa parede sua vitrine. O vão evidente e o concreto aparente emprestando a forma mutável da reformável <em>legis</em> de uma inscrição urbana.</span></p>
<p class="texto"><span>O que a antropogeografia mostra, são sucessivos desgastes de energias na busca de novos padrões. Formas ainda rígidas, de projetar, construir, organizar e vivificar a cidade.</span></p>
<p class="texto"><span>Estabelece-se o fluxo, o afluxo. Dividem-se setores para atividades as mais diversas e avança-se na descoberta de novos materiais que não só revolucionam o processo de construção, como a cada momento transformam a maneira do empilhamento dessa massa supostamente amorfa que deveria dar vida, cor, movimento e geração de atividades em cadeia a essa urbe que, pensada dessa maneira, não passa da estabelecida e fria projeção de Mercator, onde linhas retas possuem intervalos fixos sem adaptatividade ou interferência. Talvez se possa arriscar, ignorantemente, a marcar tal teoria como uma vertente geratriz do discurso do fluxo, do entrever, do devir, da deriva e da virtualidade, dando, ao espectro criador, um sentido ilimitado de perpetuidade. </span></p>
<p class="texto"><span>A cidade caminha e é adaptada pelo seu vivente. Esse objeto humano age, corrói, se aglomera, pratica a mercancia, trafica, mete medo, constrói entre, forma novas estruturas de abrigo e rompe como uma geóclase. Tudo o que não pode ser visto, mas que acaba comandando uma nova ordem de discurso social, compondo esse novo <em>puzzle</em> do inevitável que engolfa e recria a receita projetada sem o saber dos arquitetos, que se digladiam solitariamente a cada imposição de mudança. </span></p>
<p class="texto"><span>Equação mais difícil e intricada, pois a cidade é essencialmente produtora de vazios. Já o ninguém, não produz vazios, nem silêncios. Ele forma a turgescência que faz pensar novamente a cidade, a textura da urbanicidade. </span></p>
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