25
Jan 10

Wlademir Dias-Pino: enciclopédia visual

Semana retrasada lançamos o site Enciclopédia Visual dedicado à obra de Wlademir Dias-Pino, e neste espaço se encontra a sua produção em poesia, design, ilustrações e textos teóricos escritos por ele e por críticos de sua obra.
Assim como o site Poema Processo a realização é do grupo PLACE coordenado por Rogério Camara. O trabalho obteve apoio do CNPq e contou com a participação de Hugo Cristo, Priscilla Martins, Lívia Rimolo e Ivan Cosenza.


21
Dec 09

Poema Processo

Está no ar o site Poema Processo realizado pelo grupo PLACE coordenado por Rogério Camara e com apoio do CNPq. Participaram  do projeto Hugo Cristo, Priscilla Martins, Lívia Rimolo e Ivan Cosenza. Contamos com o acervo e toda atenção dos poetas Wlademir Dias-Pino, Neide de Sá e Regina Pouchain.
Site visa divulgar o movimento de mesmo nome, ocorrido na poesia de vanguarda brasileira, inaugurado, formalmente, em dezembro de 1967 e encerrado com o Manifesto de Parada Tática em 1972.
Liderado pelos poetas Álvaro de Sá, Neide Sá, Moacy Cirne e Wlademir Dias-Pino, o movimento pretendia-se inovador ao propor um desmonte nas formas estabelecidas de criação de um poema. Aderiram ao grupo poetas de todo o país e publicou-se de maneira mais expressiva nos estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte.


01
Nov 08

Contrapoemas e Anfipoemas



Termina neste fim de semana (Oi Futuro – Rio) a exposição “Contrapoemas e Anfipoemas” de Regina Pouchain e Wlademir Dias-Pino. São três mil Contrapoemas e dois mil Anfipoemas, estes associados a duas mil frases com os termos luz e cor.
Apesar da abundância de poemas, atrevo-me a pensar num único poema exposto (ou quando muito dois – o anfipoema e o contrapoema), que se desdobra ao infinito a partir de um processo de compressão e descompressão da forma.
O trabalho nos coloca diante da mais alta expressão da unidade numa infinitude de variáveis. Mas uma totalidade e unidade que, ao contrário das diretrizes modernistas, fogem ao vocabulário do poder. Ou seja, foge a idéia de colocar tudo num sistema totalizante (o que, aliás, define a sempre reverenciada obra de Mallarmé). É, ao contrário, um trabalho de textura, fragmentário, vertiginoso que nos impõe explorar a superfície, numa ação topográfica, muito mais do que uma visão estrutural.
Confiram!